Abrir uma sala de vídeo qualquer um sabe. O que falta a uma igreja é a peça que fica depois: a ordem do dia, quem disse o quê, o que ficou decidido e quem faz o quê a seguir. O Meet conduz a reunião e produz a ata.

O conselho reuniu-se aqui. O que dele fica deve caber numa folha, não num ficheiro de vídeo.
A reunião de oração de terça-feira não precisa de um novo compromisso a cada semana. Precisa de uma porta que fique no mesmo lugar, e que se abra à hora marcada.
Uma igreja não convoca por agenda partilhada. Convoca por WhatsApp, por correio e com um cartaz ao fundo da sala. Os três têm de dizer o mesmo, ou ninguém chega à mesma hora.
É a pergunta que volta três semanas depois, e o vídeo é o pior sítio para a procurar. Uma associação precisa de uma ata: uma peça que se lê em dois minutos e se arquiva.
Uma página de produto que só diz coisas boas é uma página em que ninguém acredita. Este é o limite exato.
Partilham as mesmas pessoas e as mesmas permissões: o que se regista num é lido pelos outros, sem voltar a escrever.
Abra uma sala, convide, e saia com o documento em vez de um ficheiro de vídeo que ninguém voltará a abrir.