SANCTUMEL MEET

O conselho reuniu-se por vídeo. Três semanas depois, ninguém encontra o que foi decidido.

Abrir uma sala de vídeo qualquer um sabe. O que falta a uma igreja é a peça que fica depois: a ordem do dia, quem disse o quê, o que ficou decidido e quem faz o quê a seguir. O Meet conduz a reunião e produz a ata.

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A salaum endereço que não muda
Endereço da sala
meet.sanctumel.com/conselho-betel
Sala permanenteO mesmo endereço todos os meses. Nada a reenviar.
Sala de esperaÉ você que abre a porta. Ninguém entra de surpresa.
Reunião internaReservada aos membros da igreja.
Palavra-passeOpcional, e nunca mostrada em claro, nem aos responsáveis.
Três momentos de uma mesma reunião. O terceiro é o que se volta a ler.
À volta desta mesa

O conselho reuniu-se aqui. O que dele fica deve caber numa folha, não num ficheiro de vídeo.

A sala

Uma ligação que muda todas as semanas é uma ligação que metade da igreja perde.

A oração de terça não precisa de um encontro novo por semana. Precisa de uma porta, sempre no mesmo sítio, que se abre à hora certa.

Um endereço que não se mexe
Uma sala permanente mantém o seu endereço: partilha-se uma vez e serve o ano inteiro. As reuniões com data mantêm a sua própria ligação.
Uma sala de espera
Os participantes aguardam até serem admitidos. Um conselho não começa porque uma ligação circulou.
Interna ou pública, à sua escolha
Uma reunião interna fica reservada aos membros. Pode juntar-se uma palavra-passe, e ela nunca volta a ser mostrada em claro, nem a quem a criou.
Experimentar com a minha igreja
O convite

O convite vai onde as pessoas já estão, não onde gostaríamos que estivessem.

Uma igreja não convoca por agenda partilhada. Convoca por WhatsApp, por correio e com um cartaz ao fundo da sala. Os três têm de dizer o mesmo, ou ninguém chega à mesma hora.

WhatsApp, num gesto
O texto do convite está pronto a colar: nome da igreja, assunto, data, ligação. Um botão deixa-o na conversa do grupo.
Um correio aos membros
O mesmo texto chega aos membros escolhidos, na língua da igreja, sem reescrever um único endereço.
Um QR com as cores da igreja
Para o cartaz do fundo ou o ecrã antes do culto. Quem não tem WhatsApp digitaliza e entra.
A ata

Uma gravação de duas horas não responde a « o que é que decidimos? »

É a pergunta que volta três semanas depois, e o vídeo é o pior sítio para a procurar. Uma associação precisa de uma ata: uma peça que se lê em dois minutos e se arquiva.

A ordem do dia, com os seus tempos
Cada ponto tem um relator e uma duração prevista. A reunião prepara-se antes de abrir, e cabe no tempo anunciado.
Quem disse o quê, e o que ficou decidido
As intervenções são anotadas ao longo da reunião, com o nome e o cargo de quem fala. Depois as decisões e os próximos passos, separados: o que fica assente de um lado, o que falta fazer do outro.
Um PDF em papel timbrado da igreja
A ata sai em PDF, com o timbre da igreja, o seu redator e a sua aprovação. É a peça que se arquiva e se traz de volta à assembleia geral.

O que o Meet faz, e o que não faz

Uma página de produto que só diz coisas boas é uma página em que ninguém acredita. Este é o limite exato.

O que faz
  • Salas de vídeo permanentes ou com data, com sala de espera e palavra-passe.
  • O convite por ligação, QR da igreja, WhatsApp e correio aos membros.
  • A ordem do dia, as intervenções, as decisões e os próximos passos.
  • A ata em PDF, com o timbre da igreja.
O que não faz
  • Não é uma videoconferência melhor do que as que conhece. O vídeo não é o argumento, a ata é.
  • A ata é escrita por uma pessoa. Nada escreve no seu lugar, e nenhuma transcrição automática é prometida.
  • O número de participantes depende da sua instalação. Não destacamos um número que não tenhamos medido na sua igreja.

A próxima reunião pode deixar rasto.

Abra uma sala, convide, e saia com o documento em vez de um ficheiro de vídeo que ninguém voltará a abrir.

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