Um mural que os seus membros seguem, onde se responde « estou a orar por ti » em vez de um polegar levantado. Cada publicação escolhe o seu público: entre membros, ou na página pública da igreja. Sem algoritmo a decidir quem vê o quê.
É o pormenor que diz se uma ferramenta foi pensada para uma igreja ou adaptada de uma rede social. As quatro reacções não são decorativas: dizem o que nem sempre se sabe escrever.
A colecta do telhado diz respeito aos membros. A distribuição de sábado diz respeito ao bairro. São dois públicos, e é uma definição na publicação - não duas ferramentas, não duas entradas.
Um aviso num grupo de mensagens desaparece sob as mensagens do dia seguinte. Aqui fica, volta a encontrar-se, e sabe-se o que alcançou.
Uma página de produto que só diz coisas boas é uma página em que ninguém acredita. Este é o limite exacto.
Escreva-o uma vez, escolha o seu público, e volte a encontrá-lo daqui a três meses.