PUBLICAÇÕES

Os avisos da igreja vivem num grupo de WhatsApp que metade já abandonou.

Um mural que os seus membros seguem, onde se responde « estou a orar por ti » em vez de um polegar levantado. Cada publicação escolhe o seu público: entre membros, ou na página pública da igreja. Sem algoritmo a decidir quem vê o quê.

Experimentar com a minha igrejaLer a documentação
Na Suiteonde o aviso se escreve
O meu filho tem exames esta semana. Obrigada por o recordarem nas vossas orações.
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EB
Igreja Betel
Bruxelas·há 2 h
Pedido de oração
O meu filho tem exames esta semana. Obrigada por o recordarem nas vossas orações.
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A mesma publicação dos dois lados: escrita na Suite, lida na Community. O interruptor decide quem a vê.
As reacções

Um polegar levantado sob um pedido de oração é uma falta de jeito.

É o pormenor que diz se uma ferramenta foi pensada para uma igreja ou adaptada de uma rede social. As quatro reacções não são decorativas: dizem o que nem sempre se sabe escrever.

Estou a orar por ti
A resposta que um pedido de oração espera. O contador diz quantas pessoas o carregam, sem que cada uma tenha de encontrar palavras.
Ámen, Aleluia
Duas maneiras de receber uma notícia que não existem em mais lado nenhum. Um testemunho não se « curte ».
O pedido anónimo
Uma irmã pode pedir oração sem dar o nome. A assembleia ora, ninguém sabe por quem - e às vezes essa é a única condição para que ela se atreva a pedir.
Experimentar com a minha igreja
Os dois públicos

O mesmo aviso, entre membros ou diante de todos.

A colecta do telhado diz respeito aos membros. A distribuição de sábado diz respeito ao bairro. São dois públicos, e é uma definição na publicação - não duas ferramentas, não duas entradas.

Entre membros por omissão
Uma publicação nasce interna. Torná-la pública exige um gesto deliberado, nunca o contrário.
Pública na página da igreja
Aparece então na Community, a página que alguém do bairro pode encontrar. A mudança funciona nos dois sentidos, sem republicar.
Agendar, e deixar partir
O aviso do culto de domingo escreve-se na quinta e sai no sábado à noite. Uma publicação também pode expirar sozinha.
O que produz

Saber o que foi lido, sem correr atrás de confirmações de leitura.

Um aviso num grupo de mensagens desaparece sob as mensagens do dia seguinte. Aqui fica, volta a encontrar-se, e sabe-se o que alcançou.

Visualizações, reacções, comentários
Três números por publicação. Bastam para saber se o aviso de sábado foi visto antes de sábado.
Comentários, ou não
Cada publicação decide se está aberta a comentários. Alguns avisos não pedem discussão.
Nada se perde
O mural guarda o histórico. Um aviso de há três meses volta a encontrar-se, o que nenhum grupo de mensagens permite.

O que as Publicações fazem, e o que não fazem

Uma página de produto que só diz coisas boas é uma página em que ninguém acredita. Este é o limite exacto.

O que faz
  • Um mural de avisos, com texto, imagem, áudio, vídeo, sondagem e versículo.
  • Quatro reacções com sentido numa igreja, entre elas « estou a orar ».
  • A escolha do público - entre membros, ou a página pública.
  • Agendamento, expiração, e os números de leitura.
O que não faz
  • Não é uma rede social. Nenhum algoritmo ordena o mural: é cronológico, e o que está afixado fica no topo.
  • Não substitui o seu grupo de WhatsApp para a conversa do dia-a-dia. Substitui os avisos que aí se perdem.
  • As notificações no telemóvel dependem da aplicação instalada. Um aviso publicado não é um aviso recebido.

O aviso de domingo merece melhor do que uma mensagem que desce.

Escreva-o uma vez, escolha o seu público, e volte a encontrá-lo daqui a três meses.

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