Escreva « / » enquanto redige: um título de secção corta um diapositivo, um versículo entra na sua referência, uma citação guarda o seu sermão e o seu parágrafo. Nada para refazer no sábado à noite.

Os quatro comandos são os do editor, com os seus rótulos originais; a citação do profeta só aparece para as igrejas da Mensagem. O versículo é a Almeida, de domínio público. A citação é mostrada pela sua referência: não atribuímos palavras inventadas a uma pessoa real.
A passagem é a mesma em todas as línguas. A preparação também.
A mensagem escreve-se num processador de texto. Depois, no sábado à noite, alguém reabre tudo para a transformar em diapositivos: copiar títulos, voltar a escrever versículos, procurar a citação num PDF. O mesmo trabalho duas vezes, e é a segunda que produz os erros.
Um versículo copiado à mão acaba por errar uma palavra, ou uma referência. E em muitas assembleias prega-se numa língua e lê-se noutra: o pregador traduz de cabeça enquanto fala, ou desiste de citar a passagem.
Cada vez mais pregadores sobem com um tablet. O PDF não acompanhou: aperta-se para ampliar, perde-se a linha, e o fundo branco encandeia numa sala em penumbra. O modo pregação foi pensado para esse ecrã, não adaptado depois.
Num assunto destes, mais vale ser claro desde já.
Crie um assunto, escreva dois parágrafos, escreva « / » e insira o seu primeiro versículo. Verá o diapositivo aparecer antes de acabar a frase.